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Estabelecimentos comerciais e residenciais se blindam contra a criminalidade

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Ela está presente em portas, janelas, guaritas e até mesmo em fachadas de prédios inteiros, sendo usada como mais uma alternativa de proteção contra a insegurança instalada no país. A blindagem arquitetônica ganha mercado e tem sido usada cada vez mais usada como proteção não somente em indústrias e estabelecimentos comerciais, como também em condomínios e residências. De acordo com a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), o segmento de blindagem arquitetônica cresce cerca de 20% ao ano no país. A expansão enche os olhos de muitos que se aventuram neste universo, mas é preciso saber que para executar esse tipo especial de serviço é necessária regulamentação e, claro, muito conhecimento técnico.

“A blindagem arquitetônica é um processo bem mais complexo do que simplesmente um reforço de concreto nas paredes ou de colocação de produtos nos vidros. Exige pessoal altamente qualificado e uso de material controlado, testado e aprovado pelo Exército Brasileiro, órgão que fiscaliza o setor”, afirma Christian Conde, presidente da Abrablin. “Os produtos usados na proteção balística são rigorosamente testados para que a resistência ao impacto de projéteis de armas de fogo de diversos calibres seja seguramente comprovada”, diz.

Para executar a blindagem em qualquer tipo de edificação são utilizados, normalmente, compostos em aço para a parte opaca e vidros laminados múltiplos para a parte transparente. A quantidade de material usado no processo de proteção varia de acordo com o nível de blindagem solicitado. A tabela com os níveis é a mesma utilizada na blindagem automotiva.

blindagem arquitetonica

O uso mais comum da blindagem em edificações residenciais é na instalação de guaritas blindadas. Dentro delas, o funcionário tem proteção e tempo suficiente para tomar providências em caso de emergência, como acionar a polícia. “Mas há demanda também para a instalação de portas blindadas na entrada de apartamentos. São moradores que, mesmo contando com itens de segurança em seus condomínios, ainda assim se sentem inseguros”, explica o presidente da Abrablin.

Registro no Exército

Antes de definir quem executará o serviço de blindagem arquitetônica, a Abrablin sugere que se avalie a empresa contatada. O processo é semelhante ao da escolha de uma blindadora automotiva. Ou seja, é preciso checar se a empresa possui Certificado de Registro (CR) junto ao Exército – sem esse documento, ela está funcionando irregularmente.

Além do Título de Registro (TR) e o Relatório Técnico Experimental (ReTEx) do fabricante dos materiais a serem instalados, emitidos também pelas Forças Armadas (Exército), dizendo se estes produtos testados foram ou não aprovados.

O processo de escolha da empresa também deve levar em conta o know-how para esse tipo de serviço. “É o que vai dar a garantia total de segurança, seja para a família ou para os trabalhadores que estarão nesse ambiente blindado”, conclui Conde.